Em 1751 Franklin viaja até Inglaterra, o proposito desta viagem, era solicitar aos membros do Parlamento Ingles, a permissão para a cunhagem de moeda nas suas colonias da américa do norte, o argumento para convencer os ingleses, passava por demonstrar-lhes, as desvantagens da dependencia dos envios de Libras estrelinas, Libras essas, que chegavam, tarde ou nunca.
A petição de Franklin foi diplomaticamente escutada, mas toscamente recusada.
Franklin não se deu por vencido, e antes de regressar a America do norte comprou uma moderna impressora, essa impressora, mostrou a sua eficacia uns anos mais tarde, quando imprimiu todos os bilhetes "Continental" que, serviram para pagar a revolução e a independencia dos Estados Unidos.
O exito dos "Continental", como instrumento revolucionário, e o seu fracasso como instrumento economico, foi nessa altura descrito polo proprio Franklin, numa carta a um amigo:
"A nossa moeda converteu-se numa maquina maravilhosa, cumpriu todas as suas tarefas desde a altura em que a criamos, pagou os salarios e os uniformes das nossa tropas, serve-nos tambem para comprar munições e comida, e quando temos que imprimir uma quantidade maior de moeda, esta paga-se a si propria, auto depreciando-se.
Com o tempo os "Continental" perderam todo o valor, e mais tarde no tempo de George Washington, o seu secretário de estado propôs, que se criasse uma nova moeda.
Em 4 de Abril de 1792 o "Daler" via a luz do dia, um tempo depois, passou a ser denominado de "Dollar" devido a fonetica da lingua inglesa.
O dolar cumpriu então uma dupla função, primeiro eleminou a prática de imprimir moeda indiscriminadamente, segundo conseguiu que o mundo se inteira-se de que a América éra agora uma nação, unida, soberana e independente.